Nicarágua registra 3.109 casos de chikungunya em 2026, o número mais alto desde 2015-2016. Nas últimas seis semanas foram identificados 2.122 contágios, 68% do total. Honduras confirmou um caso importado da Nicarágua em 4 de setembro de 2026, e Costa Rica detectou pacientes com vínculos epidemiológicos. O Ministério da Saúde relaciona o surto com as mudanças climáticas e o período chuvoso, e foca no controle do mosquito Aedes. Os sintomas incluem febre, dor articular incapacitante e erupção cutânea, podendo prolongar-se até três meses em alguns pacientes.




