A Costa Rica está enfrentando um ressurgimento da chikungunya em 2026, quase uma década após a última transmissão local. O Sistema Costarriquenho de Seguridade Social (CCSS) registrou 438 casos relacionados à doença, incluindo 338 em serviços de emergência e 100 em clínicas ambulatoriais. O Ministério da Saúde confirma 48 casos, com transmissão local identificada nas regiões Centro-Norte e Chorotega. Os primeiros casos importados surgiram em janeiro, mas a transmissão comunitária foi posteriormente estabelecida.
Focos de transmissão local foram identificados em Guanacaste (Playa Langosta, Huacas, Tamarindo, Sardinal, Belén, Flamingo) e Alajuela (El Coyol). As chuvas, mesmo que breves, podem favorecer a proliferação do mosquito vetor Aedes aegypti, aumentando o risco de novos casos.




